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Qual a tua tribo?

Quando falamos em pertencer a um grupo, a uma tribo, é importante, antes de mais, conhecermo-nos e estarmos bem connosco.

É importante sermos gratos e aceitarmos o nosso percurso, a nossa história de vida.

O passaporte de entrada para uma tribo, por vezes, é apenas a nossa história de vida, a nossa parte tão nossa, a nossa parte do puzzle, o nosso retalho para a grande colcha da vida, a nossa contribuição para a construção de um mundo de inclusão, de justiça, de paz, de amor, onde todos se sintam parte integrante e ativa desta tribo.

Reconhecermos as nossas fragilidades, as nossas habilidades, termos a consciência que somos responsáveis quer pelo nosso sucesso quer pelo insucesso, sem culpabilizar outras pessoas.

É a partir do momento em que me aceito, que estou preparado para pertencer a um grupo, onde realmente escolho fazer parte, onde me permito estar com pessoas com as mesmas convicções que as minhas, onde me sinto enquadrado, aceite, amado, respeitado e encontro o meu lugar neste mundo.

O nosso grupo, a nossa tribo, a nossa família escolhida por nós, os nossos que passam de estranhos a amigos e irmãos de coração.

O grupo que nos dá companhia, encorajamento e suporte, que nos oferece várias oportunidades para desenvolver uma nova imagem de nós próprios, dos outros e do mundo.

Que nos transmite um quadro de referência e de valores, que permite estabelecer relações de reciprocidade, que promove o desenvolvimento e diminuem as frustrações, aumentam as oportunidades de aprendizagem social, potencia o sentimento de segurança e de autoestima que derivam da aceitação dos outros.

É na relação com o outro, através das trocas de experiências, que nos encontramos, nos humanizamos, evoluímos e enriquecemos mutuamente.

Não esquecer que “eu sou porque tu és”.

Sejam felizes, escolham a vossa tribo, partilhem.

Juliana Meira

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